quarta-feira, 14 de julho de 2010

CHI

A ENERGIA VITAL DO HOMEM

Falar da energia vital no Homem é falar do CHI. Na concepção da Medicina ocidental, nunca houve o conceito da energia vital do ser humano com a profundidade com que chineses chegaram. Na ve

rdade, Ocidente nada há que se lhe assemelhe a isto, já que a interdependência bio-eletro-magnética (para utilizarmos um term

o mais conhecido no ocidente, porém não tão amplo como no conceito oriental) dos diferentes órgãos não é reconhecida.

O CHI é um componente do “sopro“ que surge da manifestação do Tao (pronuncia-se Dao) e se divide em cinco aspectos, todos eles interligados e interdependentes:

CHI – é energia vital recebida do Cosmos, da Terra.

XUE – (Sangue) – O sangue atua como o suporte do Chi e é assim, acompanhando a circulação sanguínea que se dá a circulação energética por todo o corpo humano (neste nível).

JING – (Essência – Energia Água) – A essência Jing é, na verdade, composta de três origens: uma é a energia que recebemos dos nossos pais; a segunda é que obtemos da alimentação e a terceira, a que obtemos por meio da respiração. A primeira não é renovável, ao contrário das outras duas.

SHEN – (Espírito – Energia Fogo)

– É a energia que ativa os processos mental e emocional. É “armazenada" na esfera energética do coração.

JIN YE – (Fluidos) – É a energia que circula em todas as secreções do corpo humano.

JIN – é o aspecto de maior natureza Yang que através do “Pulmão“, energia Metal, vai alimentar e “umedecer” a pele e os músculos

YE – é o aspecto de maior natureza Yin, que é elaborada no “estômago” e no sistema “baço-pâncreas“, energia Terra, vai alimentar e “umedecer” os órgãos internos, os ossos, o cérebro e os orifícios.

Assim, temos o Chi e suas cinco funções primordiais:

1) crescimento;

2) controle da temperatura;

3) defesa contra as agressões patogênicas e psicológicas;

4) controle do Xue e dos Jin Ye;

5) metabolização do próprio Chi, do sangue e dos fluidos.

Todas estas formas de atuação da energia circulam pelo corpo. E para tal, da mesma forma que acontece com a circulação sanguínea, embora não sendo sempre coincidente com esta, processa-se através da ligação entre muitos “canais” que definem trajetos virtuais, sendo uns principais e outros secundários.

Estes trajetos virtuais, ou vias de energia, no Ocidente são chamados “Meridianos”, dando-se a eles o nome de uma das “víceras” ou “órgãos” onde a energia sofre maior transmutação.

Quando, por exemplo, fala-se Via ou Meridiano do Pulmão, do Estômago ou do Baço-Pâncreas na verdade a referência não se dirige às vísceras ou órgãos em si, tal como acontece no conceito ocidental, mas ao fundamento energético neles sediado, que é o conceito chinês. Assim um determinado modelo energético de um determinado órgão ou vícera, terá um nome específico como, por exemplo, órgão coração que “corresponde ao Movimento Energético Fogo” denominado “Via do Coração”, ou ainda “Meridiano do Coração”.

Por estes canais ou vias circula o Chi transportando vida para todo o corpo, e como mencionado anteriormente, quando se refere ao corpo pela visão chinesa, não se restringe ao corpo físico, mas a todas as manifestações de sua existência.

Há um grande número de vias pelo corpo humano, mas genericamente, são considerados 12 principais e mais dois extraordinários.

Como vimos na questão da dualidade de manifestação energética, classificada de Yin e Yang, estas mesmas características atuam sobre o sentido de movimentação do Chi no transcurso das Vias de energia.

Estas 12 vias estão divididas então e duas categorias, sendo seis Yang a seis Yin.

Como vimos também, o Yang é energia Céu e vem do alto e Yin, sendo energia terra, que em oposição, vem de baixo. Por estas características, os meridianos Yang apresentam no corpo humano uma direção descendente e os meridianos Yin apresentam uma direção ascendentes na movimentação do Chi.

sábado, 29 de maio de 2010

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domingo, 21 de março de 2010

QUEM CHORA NEM SEMPRE QUER MAMAR

Baseando-se na fisiologia energética chinesa, quando ainda no útero materno, a criança encontra-se concentrada no interior (Yin), em um estado ainda vegetativo totalmente dependente da mãe. Nesta fase o feto identifica-se muito mais com as sensações, com as emoções, com as reações dos pais do que com o próprio corpo; na fase uterina o feto pode até mesmo desistir de continuar a gestação, basta que deixe de receber dos pais o amor de que tanto necessita.
Para iniciar a fase seguinte de sua existência, deverá passar pelo nascimento que pode ser comparado a um marco, um acontecimento que dá início à vida fora do útero, ou seja, a fase Yang.
No período Yin de sua existência, em que a simbiose com o corpo da mãe representa a totalidade referencial das experiências do bebê, ele irá se desdobrará para a nova fase que está surgindo, regida pela individualidade, de independência e autodeter­minação, processo que levará alguns anos para se completar totalmente. Neste momento, a força cinética do Yang então desperta provocando a expulsão uterina da criança.

Para algumas linhas de pensamento, o parto é um momento traumático, quando a criança deixa a proteção e o calor do útero materno e passa pelo estresse do nascimento. Mas não é isso que a prática terapêutica diária mostra e nem mesmo o que entendemos tendo como base conhecimento tradicional chinês. O que transforma o parto em trauma é uma gravidez repleta de conflitos e contradições emocionais, quando há uma rejeição (e isto é uma situação claramente sentida pelo feto) enfim, manifestação de situações que fazem com que o feto tenha medo do que vai encontrar fora do útero. Isso fará com que a criança crie situações das mais diversas que farão do parto um acontecimento traumático, tanto para ela mesma como para a mãe.
O afeto materno, a admiração do pai, a segurança de uma casa compõem as condições ideais para o desenvolvimento seguro e a formação de uma boa base de sustentação para a criança, o que resultará em um parto natural, seguro e tranquilo. Sua necessidade de proteção e fragilidade contrasta com o movimento de experimentação proveniente de sua força vital interior, cujas determinantes não encontram explicação racional, a não ser no determinismo da vida.
A criança busca avidamente por amor, carinho e atenção mais do que por alimento para o corpo. Ela procura por quem possa lhe dar apoio que permita o crescimento de seu ainda frágil corpo emocional, florescendo seus sentimentos de forma harmoniosa pela vida afora.
Quando uma criança cresce sem estes referenciais resulta em adultos com um corpo emocional subdesenvolvido, sem parâmetros para que possam ter um comportamento equilibrado, na verdade, não sabem como lidar com as emoções.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Teoria dos Cinco Movimentos Energéticos

Esta teoria é a forma de classificar os fenômenos da natureza, espécies vivas, da fisiologia, patologia e anatomia do corpo humano. Ë a compreensão e estudo da interação destas energias, classificadas em Cinco Movimentos Energéticos: madeira, fogo, terra, metal e água.
Através desta teoria podemos compreender as influências da força da natureza na vida do homem, no meio ambiente e no relacionamento do homem para com ele mesmo. Esta teoria determinou um ciclo biológico de geração, controle, subjugação e reversão do controle destas energias nela classificadas. Tudo o que existe pode ser classificado nestas cinco formas de manifestação da energia, poderemos observar algumas destas classificações na tabela abaixo:

Ciclo Biológico dos Cinco Movimentos Energéticos - Geração

A geração de energia implica na produção e promoção da energia. A ordem de geração é:


Madeira gera Fogo
Fogo
gera Terra
Terra
gera Metal
Metal gera Água
Água
gera Madeira

Há dois tipos de relação de geração entre os Cinco Movimentos Energéticos. A primeira é do elemento que gera (denominado mãe), que tonifica o gerado (denominado filho). A segunda é do elemento gerado (filho) que seda a energia do gerador (mãe).



Ciclo Biológico dos Cinco Movimentos Energéticos - Restrição ou Controle


A restrição ou controle implica em evitar que exceda a energia do controlado. Há dois tipos de relação de restrição ou controle, a primeira o controlador (dominante ou avô) restringe a energia do controlado (dominado ou neto) diminuindo a sua energia. A segunda o controlador (dominante ou avô) não restringe a energia do controlado (dominado ou neto) aumentando a sua energia. A ordem de dominação ou controle é:



Madeira domina Terra
Terra
domina Água
Água
domina Fogo
Fogo
domina Metal
Metal
domina Madeira

Ciclo Biológico dos Cinco Movimentos Energéticos - Reversão do Controle


Isto ocorre quando um elemento dominado esta em excesso de energia e reverte o controle agredindo o seu dominador. Este processo implica na reversão anormal do fluxo energético. A ordem de reversão seria:


Madeira reverte Chi para Metal
Metal
reverte Chi para Fogo
Fogo
reverte Chi para Água
Água
reverte Chi para Terra
Terra
reverte Chi para Madeira


O conhecimento da teoria dos Cinco Movimentos Energéticos pode auxiliar no diagnóstico e na escolha do princípio de tratamento. Assim como, na seleção de pontos, dos canais e das plantas (de acordo com o sabor) a serem utilizados de acordo com as leis de geração, controle/restrição/subjugação e reversão do controle.

sábado, 26 de dezembro de 2009

OS OLHOS NÃO MENTEM

Cleanup Catchlight Moons of Eyes

É de conhecimento comum à muitas pessoas, principalmente as mais antigas, o dito popular: os olhos são a janela da alma.

Na Medicina Tradicional Oriental, essa frase não é apenas um ditado popular, mas trata-se mesmo de uma grande verdade, assim mesmo, no sentido do puramente literal.
É muito comum que duas pessoas quandoc onversam façam o cruzamento de olhares. Na Medicina Tradicional, essa é uma situação muito mais importante e muito mais profunda.

A prática comum é que um dos primeiros pontos que um proifissional em Medicina Tradiconal analisa quando chegamos para uma consulta é o nosso olhar. Isso porque ele, o olhar revela o estado geral da Mente do indivíduo, além do estado de todos os Órgãos Vitais.

Uma pessoa que possua um olhar brilhante, vívido e com movimentação normal, reflete um estado de saúde favorável, especialmente no que diz respeito aos aspectos mais sutis, ou seja, sua Mente e seu Espírito (aspectos psíquicos-emocionais).



Um olhar enevoado, sem brilho, parado ou com movimentos excessivos são um indicativo de um prognóstico difícil, qualquer que seja a desarmonia. Pessoas que dificilmente dizem o realmente pensam ou sentem, são geralemnte esquivos e não transmitem segurança.
A mudança de cor mais comum de encontrarmos é vermelhidão ocular. De modo geral é um indicativo de Calor, especialmente no Fígado, Coração e Pulmão. Também podemos notar mudanças de cor para amarelo, azul-esverdeada ou escura.
Um dos focos principais Medicina Oriental é tratar uma desarmonia enquanto ela ainda está alojada no nível energético ou começando a dar seus primeiros sinais, não permitindo que o distúrbio se adense no nível do corpo físico.

Quando você se olha no espêlho, costuma verificar a aparênica real dos seus olhos? Agora mesmo, sem olhar para um espêlho, você é capaz de descrever a aparência deles?

Essa matéria pode ser uma boa dica para você observá-los diariamente e verificar como eles são indicativos fiéis e reveladores de problemas que podem estar apenas começando. Percebendo uma mudança, mesmo que sutil, consulte um profissional em Medicina Oriental, que poderá ajudar de forma a evitar que o problema se instale em nível físico, impedindo que um desequilíbrio energético termine por se transformar em uma doença que tanto pode ser emocional como mental ou física.

sábado, 31 de outubro de 2009

RESPIRAÇÃO CÓSMICA

UMA DOSE DE ENERGIA A CADA INALAÇÃO

No artigo: 1..., 2..., 3... respire! PULMÕES, foi abordado o assunto respiração pelo princípio mecânico dos pulmões, ou seja, de forma puramente orgânica e física. Neste artigo, abordaremos o mesmo assunto (respiração), porém por um ponto de vista mais amplo, mais profundo. Trataremos este assunto por uma abordagem cósmica da verdadeira respiração, a respiração puramente energética.
O que é que os desportistas, os cantores, os adeptos da Yoga, os mestres de Kung Fu e as crianças têm em comum?
Todos eles têm energia em abundância e retiram essa energia da respiração abdominal.
Será que as crianças têm bastante energia? Ah... isso elas têm sim.
Veja por esse lado, a não ser que você seja um atleta ou tenha se submetido a algum treinamento especial associado com energia, dá para apostar até o último centavo que, se você brincar com uma criança, ficará cansado enquanto o pimpolho vai deixá-lo frustrado só de vê-la esbanjar energia brincando e pulando para todos os lados.
Isto ocorre porque a criança, ainda não estando contaminada com os hábitos adquiridos pelos adultos, respira naturalmente, absorvendo energia cósmica. Peça para uma delas se deitar e observe como respira. Observe os movimentos do abdome. Esta é a respiração natural, a respiração abdominal.
Ao longo da história grandes mestres de artes marciais têm se referido à respiração abdominal como natural e à respiração torácica como inversa. A respiração abdominal é ensinada pela natureza enquanto a torácica é aprendida pelo homem. Isto pode ser verificado facilmente se compararmos a respiração de bebês recém-nascidos com a dos adultos que já estão expostos às conturbações do mundo. Esta é uma das causas de tantos transtornos na vida de uma pessoa adulta.
Como o controle da respiração é um elemento essencial das práticas de exercícios bioenergéticos chineses, os mestres, através dos tempos, têm testado e descoberto muitos métodos excelentes de respiração

TOME UMA DOSE DE ENERGIA CÓSMICA
A Respiração Abdominal é a principal dos exercícios bioenergéticos chineses. A energia cósmica é captada e armazenada no QI-HAI, o ponto vital do abdome (que significa "o mar de energia" em ponto onde se localiza o TAN-TIEN, cerca de quatro dedos abaixo do umbigo). Esta técnica respiratória é muito útil quando necessitamos de bastante energia por um período prolongado. Se necessitarmos de uma força explosiva por um curto espaço de tempo, por exemplo, para percorrer os metros finais de uma corrida, podemos utilizar a Respiração Inversa.
A Respiração Cósmica capta a energia cósmica do universo através do peito e depois a armazena no abdome. Se quiser viver tanto quanto uma tartaruga, uma das criaturas divinas reverencia das na filosofia chinesa, você pode tentar a Respiração da Tartaruga, que é a arte de respirar lenta e profundamente como uma tartaruga.

A Respiração do Pequeno Universo, com o Chi (Ki) fluindo continuamente ao redor de certos meridianos específicos, é muito elogiada pelos mestres de Kung-fu, pois os abastece (aqueles meridianos) com um suprimento infindável de energia. É também chamada de fluxo micro-cósmico.
A Respiração do Grande Universo, ou fluxo macro-cósmico, com o Chi (Ki) fluindo através dos 12 meridianos principais e se espalhando pelo corpo, é empregada por mestres Tanístas em seu exercício para desenvolver a imortalidade.
É conveniente observar que a interpretação mais exata do termo "respirar", na tradução do chinês, é "absorver energia cósmica" e não "absorver ar", apesar de muitos chineses modernos não estarem conscientes disso. Os chineses antigos falavam sobre inspirar o Chi, ou energia, muito antes de os cientistas modernos terem conhecimento sobre o ar. Isto também explica como o Chi e ser inspirado para dentro do abdome ou qualquer outra parte do corpo, enquanto o ar é necessariamente inspirado para dentro dos pulmões. Nota a enorme diferença?

domingo, 6 de setembro de 2009

AS CAUSAS DAS CAUSAS

VOCÊ CONHECE SUAS EMOÇÕES
Já vimos, por meio de várias outras matérias, a existência do Ki. Energia primordial que pré-existe a tudo no universo. Já vimos também que nossa saúde depende da harmonia e equilíbrio entre Yin e Yang, a minisfestação bipolarizada do Ki. Daí resulta que, realmente podemos ficar doentes devido ao enfraquecimento ou desequilíbrios na manifestação do Ki. Distúrbios emocionais, insatisfações ou aborrecimentos constantes, e principalmente o pessimismo, a baixa autoestima, o não amar a si mesmo(a), muito comum e freqüente em um número cada vez maior de pessoas, podem enfraquecer nosso campo de proteção energética, causando-nos diversas doenças.
O ser humano atualmente, principalmente a juventude (e eles riem e torcem o nariz para estas afirmativas) está perdendo cada vez mais sua própria identidade. Sendo engolidos pela “economia global”, pela concorrência, pelo prazer imediato, pelo consumismo, pelas bebidas alcoólicas, pelo cigarro, drogas, prazeres sexuais desmedidos e tudo o que faz “valer a pena viver”, está criando um enorme buraco no peito da cada um. Um buraco interno que nada satisfaz. Quanto mais o preenchemos mais ele aumenta, gerando tormentos e frustrações emocionais de todos os tipos.
Praticamente, todos já ouvimos dizer que muitas doenças são causadas por nós mesmos, por situações e conflitos que criamos com nosso comportamento diante da vida, nossa boca, nosso pensamento, nossas ações. No pensamento ocidental, na verdade, no médio oriente, por meio de Jesus, podemos identificar isso em uma frase absoluta: não é o que entra pela boca que macula o homem, mas o que dela sai.
Nada pode estar mais perto da verdade.
Pela visão ocidental, isso abre certa polêmica; dizer que nossos problemas de saúde, as doenças em geral, até mesmo os acidentes como tropeçar, torcer o tornozelo, bater o carro, cair de bicicleta e outros, tem como ponto de partida nossas conturbações emocionais.
Pela prática diária, venho confirmando isso frequentemente.
Vejamos alguns exemplos, os acidentes acontecem quando estamos com muita raiva de alguém, de alguma coisa ou até de nós mesmos. Perdemos nossa capacidade de atenção, perdemos as mais básicas noções de cuidados com nossa segurança. Outra situação é quando estamos frustrados ou quando nos rebelamos contra situações, familiares, aqueles a quem devemos obedecer entre outros. Nossa atenção fica reduzida e acontecem os acidentes das mais diversas formas. Por outro lado, existem também as autopunições que acontecem de forma absolutamente inconsciente, não havendo a menor persepção mental desta atitude. O nervosismo e a irritação constantes com as atitudes das pessoas com quem convivemos, geram atritos internos que se traduzem em alergias. Nossas emoções reagem de forma “alérgica” a essas pessoas e o organismo reproduz esta atitude.

Mas, e quando acontece com criancinhas que ainda nem entendem isso? Essa pergunta é uma sinuca de bico? Não, quando as crianças estão em formação recebem dos pais aquilo que chamamos de “herança energética”. Lembrem-se, estamos falando de energia, do Ki. Portanto, o comportamento dos pais gera uma qualidade de energia e esta será transferida ao bebê.
Outra situação acontece durante a gestação, quando a formação do feto é influenciada pela atmosfera emocional em que a mãe esta mergulhada neste período.
Se você tem alergias procure se conscientizar da necessidade de ser mais calmo(a) e compreensivo(a) com aqueles que o rodeiam. Obedecer aos mais velhos não é castigo, mas uma prática diária de humildade a reconhecimento a experiência de já viveu mais.

E quando uma pessoa não tem confiança em si mesma, acredita não ter capacidade de proteger-se a si mesma, não tem confiança e acaba sendo uma pesa fácil de qualquer agressão? Torna-se uma pessoa fraca, uma pessoa “anêmica”. E o que faz uma pessoa ser assim?
O pai é figura Yang no lar. É a figura da proteção, da força, do “tomar a vida”. Essa é uma das característica do Yang. Se faltar à uma criança esta presença ou, como não é raro, esta figura se torna um algoz, violenta e maltrata, o deveria se traduzir em segurança transforma-se em opressão, medo, insegurança resultando em total falta de confiança. Da mesma forma quando a figura paterna é omissa ou permissiva de mais, faz do filho(a) uma pessoa que não tem confiança em si mesma sendo frequentemente anêmica. Essa situação pode resultar também em distúrbios do sistema imunológico.

E você que está sempre desesperado(a), sempre correndo atrás de tudo, nunca tem tempo, que gostaria de ter, pelo menos, oito braços para poder fazer mil coisas ao mesmo tempo. Acaba por respirar com o peito, de forma superficial e incompleta, realiza coisas e mantém os relacionamentos de forma superficial, vai formar em algum momento da vida, as mais variadas formas de doenças respiratórias. Pessoas assim estão sempre envolvidas em conflitos de relacionamentos, o que leva à alergias respiratórias e febres. Sim, febre, pois ela é resultante dos atritos emocionais frequentes. Veja, qualquer material em atrito com outro gera calor, os atritos emocionais geram calor interno, febre.

Ah!... Você é uma pessoa muito crítica para com os outros, sejam amigos, familiares, companheiros de trabalho, e mais... e mais? É também é uma pessoa insistente, talvez levando essa insistência longe demais, irritando a todos a sua volta? Preste atenção, quem é assim não gosta de reconhecer isso. Algumas vezes é bom deixar de lado e desistir de alguma situação difícil, caso não esteja recebendo o apoio de que necessita. Persistir em algo muito complicado, sem ajuda de alguém, pode lhe trazer sérios problemas com os ossos ou então uma artrite.
Como você se vê? O que vê quando olha no espelho? Você pode dizer de peito aberto que se ama? Não?!! Em situações extremas, esse “não gostar de si mesmo” pode levar a um ódio de si mesmo(a), achando-se não ser bom, ou boa, o suficiente. Agride-se comendo em demasia para aplacar a profunda ansiedade e insatisfação e depois se arrepende criando a bulimia.
Talvez poucos saibam, mas os dentes representam a família. Se você acredita ser a pessoa mais responsável pela sua família, a quem cabe tomar todas as decisões, acredita arcar com todas as responsabilidades e conseqüências, é muito propenso(a) a ter problemas com os dentes, ou a desenvolver uma gengivite. Esta situação também pode criar grande insegurança e daí um medo constante, o que enfraquece os rins o que leva aos mesmos problemas.

Estes desvios, alterações, conturbações de comportamento tem em comum distúrbios emocionais dos mais variados tipos, gerados por diversos traumas comportamentais que, ao longo da vida, vão se encalacrando em nosso mundo interior gerando doenças de todas as formas e gravidade. Você pode estar se perguntando: “E agora, o que fazer para mudar essa situação? ”Sabendo que uma das possíveis causas de sua doença pode ser algo relacionado ao que foi aqui explicado, que tal começar mudando seu comportamento em relação à vida e às pessoas com quem você convive?
Uma forma de harmonizar a vida e nos desfazermos destas complicações vem por meio da harmonização do Ki, o equilíbrio entre Yin e Yang. Uma frase importante que faz parte de meu dia a dia: diagnosticar não é dar nome aos sintomas, mas descobrir onde está o desequilíbrio energético.
Assim, aqui está o princípio da cura de nossos males: harmonização interna.

Este é um assunto que acredito mereça ser mais explorado em matérias futuras, se você que leu esta gostaria de conhecer mais, deixe seu parecer em "comentários".